Momento de Reflexão

Relatos de leitores

Alguma reflexão marcou você? Conte como.

Giselle

MUITOOOO LINDO TUDO QUE TEM ESSE SITE!!

Ricardo Sousa

Esse site é tudo de bom...

José Luiz Lopes do Amaral

Realmente, o site, é maravilhoso e queira Deus, que continue assim.

marco antonio rocha noleto

Recebi alguns e-mail's com mensagens tiradas deste site e fiquei muito feliz, porque são pensamentos que nos trazem paz e estímulo para ultrapassar as barreiras da vida. Com certeza acessarei este site.

Ronald

Parabéns pelo conteúdo, é completo e interessante.

VANESSA JULIANE

ADORO PESSOAS QUE FAZEM DAS PALVRAS ALGO MELHOR PARA O NOSSO FUTURO E O AGORA...

Lena Melo

"Gostei muito deste site, assim poderemos refletir sobre os momentos de nossas vidas, e ajudar a outros que amamos também, lhes enviando mensagens de reflexão e otimismo...

Ana Laura

Gostei muito do site e das mensagens de reflexão!

Humberto Rodrigues Neto

Ao Momento Espírita:
É bonita, sem dúvida, esta mensagem e um libelo muito justo a muitos cientistas que, do alto de sua empáfia, acham desnecessária a crença em Deus.
Todavia, o começo está mal contado.
O cronista ouviu cantar o galo mas não sabe onde. Ou então sabia mas tentou, maliciosamente, dar uma nova maquiagem aos fatos.
A facção anticlerical não era contra a existência de Deus, tanto que um dos mais ardorosos membros dessa corrente era Voltaire, autor da frase "Se Deus não existisse, seria necessário inventá-lo".
Aquilo com que eles não concordavam, era a fé cega na religião, ou seja, o povo inculto e ignorante deixar-se levar por clérigos inescrupulosos, a ensinar-lhes a virgindade de Maria, a santíssima Trindade (vestígio dos deuses trinos dos antigos), a presença da carne e do sangue de Jesus numa simples bolacha de polvilho, a existência do inferno eterno e irremissível, as indulgências, os sacramentos, e outros absurdos ininteligíveis.
Eram, sim, contra a fé imposta de qualquer jeito a mentes humildes, e também contrários aos ídolos, à frente dos quais obrigavam o populacho a se ajoelhar, num tipo de adoração humilhante, da qual nem Deus deve gostar.
Como suas pregações, em público ou em folhetins, não conseguiam afastar tais mitos de suas mentes, já submetidas a uma lavagem cerebral de centenas de anos, imposta pelo clero, resolveram agir.
Foi quando, em 1793, durante a Revolução Francesa, Pierre Gaspard Chaumette, um dos líderes, em companhia de seus partidários, colocaram num carro aberto a figura de Chandeille, da ópera francesa, portando um dístico de "Deusa Razão" e tendo à cabeça o barrete frígio tricolor, representativo das cores da bandeira da França.
Depois do desfile e de discursos pelas ruas de Paris, rumaram para a Catedral de Notre Dame.
Ali retiraram do altar principal a estátua de Nossa Senhora e nele entronizaram Chandeille, exortando o povo a render culto à razão, e não a simples estátuas de barro que nada têm a ver com fé ou devoção religiosa.
Foi o advento da era da razão, que deveria ser aplicada em tudo, inclusive na obediência aos rituais das crenças de então.
De modo algum esse movimento teve alguma conotação com a destruição da idéia da inexistência de Deus.
Então uma parcela apreciável da população começou a raciocinar de modo diferente, passando a aceitar, da religião, aquilo que fosse realmente lógico, sensato, racional, e a rejeitar aquilo que pendesse para o sobrenatural, ou para práticas e crendices derivadas do raciocínio propositadamente retrógrado da Igreja.
Daí é fácil deduzir o quão espinhosa foi, para Kardec, tentar reconstruir a fé do povo na religião, cuja credibilidade a irresponsabilidade do clero colocara em xeque.
Essa é a verdade, contada por Herculano Pires e também pelas enciclopédias no referente aos fatos que culminaram com a Revolução Francesa, idealizada, projetada e posta em execução pelo Plano Superior, tais os benefícios que trouxe à Humanidade, seja na extinção do domínio da classe nobre sobre a burguesa, seja na obtenção dos Direitos do Homem.
Basta dizer que o nosso Código Civil, bem como o de inúmeros países é quase inteiramente alicerçado, ainda, nos estatutos da Constituição Francesa.
Vê-se que o começo dessa crônica é mais uma das tentativas que faz a Igreja, inutilmente, para abrandar os desmandos que andou cometendo ao longo dos séculos.
Interessante que o autor das tolices supra sequer deu ao texto a chancela do seu nome, para evitar que lhe dirigíssemos, diretamente, esta mensagem, tanto para refrescar-lhe a memória, como para dizer-lhe que não é de bom tom deturpar fatos históricos.

Humberto Rodrigues Neto.

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Marcelo Vivan

Obrigado.

Adriana Bachmann

Adoro o site, comumente visito... sempre encontro excelentes citações. Grande Abraço!

Rafael Oliveira

Fico feliz em ter este site como referëncia nos meus dias, pois tenho um programa de rádio e uso estas mensagens para que o meu ouvinte possa refletir o seu dia a dia. Parabéns e muito obrigado!

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